História do G.B. Floriano – 3ª Parte

Em 1937, a Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo, já possuía duas canchas de bolão, privilégio para poucas sociedades.
Na década de 30 o bolão atingiu um estágio técnico muito elevado, mais exatamente em 1937, deveu-se isso, muito pela maneira acirrada, como os torneios eram disputados, tanto é verdade que em muitos destes, colocavam em cada pranchão um barril de chopp, dos quais todos se serviam, porém somente os perdedores os pagavam.
Isso durou muito pouco tempo, em virtude dos perdedores terem sido sempre os mesmos.
Os grupos de bolão da cidade de Novo Hamburgo, naquela época, tinham dois grandes bolonistas, o Norberto Blauth pertencente ao grupo de bolão Novo Hamburgo, e o Carlos Engel, bolonista do grupo de bolão Frohsinn, ambos faziam sempre, não somente nos treinos como também nos torneios a media de 9 ou seja em 15 bolas, a quantidade que na época se jogava, um total de 135 pinos.
Quando o grupo de bolão Novo Hamburgo, estava comemorando 25 (vinte e cinco) anos de existência, ou seja em 20/09/1940, resolveram realizar um torneio entre os grupos de Novo Hamburgo, porém, surpreendentemente algo incrível aconteceu;
Empate de pinos derrubados entre os dois melhores grupos de bolão, ou seja: grupo de bolão Novo Hamburgo e o grupo de bolão Frohsinn.
Resolveram, naquele dia, de comum acordo fazer uma disputa somente entre os dois melhores bolonistas destes grupos, ou seja:
Norberto Blauth e Carlos Engel.
Quem destes dois mais pinos derrubaria seria, logicamente o melhor bolonista de Novo Hamburgo, com o direito de poder dizer que o seu grupo também seria o melhor de Novo Hamburgo.
Este torneio compreendia do seguinte:
Cada um jogaria 100 (cem) bolas na Sociedade Ginástica e 100 (cem) bolas na Sociedade Frohsinn.
Aguardem os próximos 2 textos que continuarão a contar esta história incrível.
Textos por Astor Cassel do ano 2003 e foto do logo do Grupo de Bolão Frohsinn extraída do Grupo “NOVO HAMBURGO – MEMÓRIAS” no Facebook.