História do G.B. Floriano – 1ª Parte

Uma pequena, grande história, com grandes conquistas, também grandes derrotas, consequentemente grandes alegrias, grandes tristezas, que passaremos a relatar agora para que fique registrado, para posteridade.
Quem não tiver passado, não possui presente, em consequência, não tem o direito de projetar o futuro.
Passaremos a relatar, aqui, como este grupo de bolão o qual possui exatamente 87 (oitenta e sete) anos de atividades desportivas, se fundou e se desenvolveu.
Em um passado não muito distante, efetuei uma pesquisa sobre a fundação e o desenvolvimento do hoje “grupo de bolão Floriano” e nesta oportunidade conheci a única filha viva de um dos fundadores deste grupo a qual se chama “Ida Schmit” filha do sócio fundador e campeão dos campeões, da época senhor “Norberto Blauth”, cuja filha jogava até pouco tempo no grupo de bolão “As Margaridas”, o mais velho grupo de bolão no estado. (feminino)
Em longa conversa mantido com a Dona Ida Schmit ela me informou, que quem teve essa ideia de formar um grupo de bolão, havia sido seu pai, Sr. Norberto Blauth.
Existiam, naquela época, associados os quais se reuniam na sede da SGNH, no calçadão, após a realização dos cultos evangélicos e as missas católicas, motivo pelo qual as fotos tiradas sempre eram de terno e gravata, para realizar seus jogos de cartas e alguns lá ficavam para o almoço, pois suas esposas lá compareciam.
Em um determinado dia o Sr. Norberto Blauth, sugeriu à sua turma de cartas; “Felipe Blankenheim, Leo João Campani, Alberto Muller”, a formarem um grupo de bolão, cujo esporte poderia preencher o tempo que os mesmos tinham vago.
Após esta ideia aprovada, pensaram em mais alguns nomes que poderiam ser convidados e por sugestão dos 4 (quatro) foram os seguintes os amigos que completaram o grupo:
5º) Edmundo Stumpf, 6°) José Schmith, 7°) Guilherme Elwanger, 8°) Carlos Feltes Jr., 9°) Emilio Held, 10º) Jacob Petry, 11º) Augusto Weber e 12º) Leopoldo Muller.

Aguardem os próximos 4 textos que continuarão a contar esta história incrível.
Textos por Astor Cassel do ano 2003.